This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

If it is true that the rest of the world “depends” on the health of the United States to continue living relatively well, we can conclude that dark times will continue to loom over us. Obviously, not all countries and nations suffer with the same intensity, but the fact is that, somehow, the Americans still have absolute power in the game. Therefore, seeing that the next presidential election will be something repeated is very discouraging.
Yesterday, in an unofficial debate between competitors for the next presidential term, Donald Trump (former president) and Joe Biden (currently present) faced each other again, and under the attentive and curious eyes of millions of Americans (especially, because they also there is attention focused on this duel around the world), they “dueled” within a much more controlled “ring”, full of new rules that prevented disorganized attacks and a possible level of chaos.
Both candidates did not deliver good performances. While Biden was very limited in not even being able to complete some of his own reasoning (in many moments he was not even able to finish what he was about to say), Trump spewed a sea of lies on national television. Even so, Trump's performance is considered better due to the solidity of his speech (which, although false in many moments, sounded very convincing).
What will happen until the end of the race for the next presidential term, no one can predict, although there are traditional and routine guesses within this political culture. However, the fight between Democrats and Republicans is a clear example of the political (and social) polarization that continues to divide the country into two opposing sides, which are far from coexisting with each other (its two most emblematic current representatives emphasize this worrying scenario).
I can't see a prosperous future for Americans with either of these two choices (considering the political and social history of the candidates), and consequently, the rest of the world may suffer the consequences of this collective American act. In a way, they are not only deciding the course of their own country, but also the direction (less incisively, obviously) of many other countries in this intricate, complex and unfair “war game”.
El futuro político de Estados Unidos.
Si es cierto que el resto del mundo “depende” de la salud de Estados Unidos para seguir viviendo relativamente bien, podemos concluir que tiempos oscuros seguirán cerniéndose sobre nosotros. Obviamente, no todos los países y naciones sufren con la misma intensidad, pero el hecho es que, de alguna manera, los estadounidenses todavía tienen poder absoluto en el juego. Por eso, ver que las próximas elecciones presidenciales serán algo que se repita es muy desalentador.
Ayer, en un debate no oficial entre competidores para el próximo mandato presidencial, Donald Trump (expresidente) y Joe Biden (actualmente presente) se enfrentaron nuevamente, y bajo la mirada atenta y curiosa de millones de estadounidenses (sobre todo, porque también allí (cuya atención está puesta en este duelo en todo el mundo), se “duelo” dentro de un “ring” mucho más controlado, lleno de nuevas reglas que evitaban ataques desorganizados y un posible nivel de caos.
Ambos candidatos no tuvieron buenas actuaciones. Mientras Biden se vio muy limitado al no poder siquiera completar algunos de sus propios razonamientos (en muchos momentos ni siquiera pudo terminar lo que estaba a punto de decir), Trump arrojó un mar de mentiras en la televisión nacional. Aun así, la actuación de Trump se considera mejor por la solidez de su discurso (que, aunque falso en muchos momentos, sonó muy convincente).
Nadie puede predecir lo que sucederá hasta el final de la carrera para el próximo mandato presidencial, aunque existen conjeturas tradicionales y rutinarias dentro de esta cultura política. Sin embargo, la pugna entre demócratas y republicanos es un claro ejemplo de la polarización política (y social) que sigue dividiendo al país en dos bandos opuestos, que están lejos de convivir entre sí (sus dos representantes actuales más emblemáticos subrayan este preocupante escenario).
No veo un futuro próspero para los estadounidenses con ninguna de estas dos opciones (teniendo en cuenta la historia política y social de los candidatos) y, en consecuencia, el resto del mundo puede sufrir las consecuencias de este acto colectivo estadounidense. En cierto modo, no sólo están decidiendo el rumbo de su propio país, sino también la dirección (menos incisiva, obviamente) de muchos otros países en este intrincado, complejo e injusto “juego de guerra”.
O futuro político dos Estados Unidos.
Se é verdade que o restante do mundo “depende” da saúde dos Estados Unidos para continuar vivendo relativamente bem, podemos concluir que tempos sombrios continuarão a pairar sobre nós. Obviamente que nem todos os países e nações sofrem com uma mesma intensidade, mas o fato é que, de alguma forma, os americanos ainda seguem tendo o poder absoluto do jogo. Sendo assim, ver que a próxima eleição presidencial será algo repetido, é muito desanimador.
Ontem, em um debate não oficial entre concorrentes ao próximo mandato presidencial, Donald Trump (ex-presidente) e Joe Biden (atual presente) voltaram a se enfrentar, e sob os olhares atentos e curiosos de milhões de americanos (em especial, porque também há atenção voltada a esse duelo ao redor do mundo), eles “duelaram” dentro de um “ringue” muito mais controlado, cheio de novas regras que impediram ataques desorganizados e um possível nível de bagunça.
Ambos os candidatos não entregaram boas performances. Enquanto Biden estava muito limitado por sequer conseguir concluir alguns dos seus próprios raciocínios (em muitos momentos ele sequer conseguir finalizar o que estava prestes a dizer), Trump vomitava um mar de mentiras em rede nacional. Mesmo assim, o desempenho de Trump é considerado melhor pela solidez do seu discurso (que embora mentiroso em muitos momentos, soava como algo bem convincente).
O que vai acontecer até o final da corrida pelo próximo mandato presidencial ninguém tem como prever, embora haja palpitas tradicionais e rotineiros dentro dessa cultura política. No entanto, a briga entre Democratas e Republicanos é um exemplo claro da polarização política (e social) que continua dividindo o país em dois lados opostos, que estão bem longe de coexistirem entre si (seus dois representantes atuais mais emblemáticos enfatizam este cenário preocupante).
Eu não consigo ver um futuro próspero para os americanos com nenhuma dessas duas escolhas (considerando a história político e social dos candidatos), e por consequência, o restante do mundo pode sofrer as consequências desse ato coletivo estadunidense. De certa forma, eles não estão decidindo só o rumo do próprio país deles, mas também os rumos (menos incisivamente, obviamente) de tantos outros países neste intricado, complexo e injusto “jogo de guerra”.
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