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Hello, Splinter Fans!
In Splinterlands, few things are as satisfying as watching your card collection evolve season after season. Every battle represents not only competition inside the arena, but also progress. With SPS and Glint Token rewards — proportional to the amount of SPS staked — it becomes possible to expand your collection through the in-game shop, renting cards or chasing new rewards that strengthen your deck even further.
Over the past few months, my main focus has been on rare cards, which remain my number one priority. After that, I shift my attention to epic cards, mainly through Rare Draws and Epic Draws, always looking for ways to improve my competitive performance.

This season I decided to invest a little more heavily in my strategy. I increased the number of rented cards, which brought my daily rental cost to around 1500 DEC per day. The investment paid off: after quite a while, I managed to reach Champions III league once again.
Climbing leagues in Splinterlands always brings that excitement of opening reward chests. Depending on the rarity, they can contain cards, potions, Merits, energy, and several other useful items for progressing in the game. This time luck was definitely on my side: opening my Champions III chests, I pulled two epic cards and four copies of Gravebrand Warlock, exactly what I needed to upgrade it to level 6.


Gravebrand Warlock was already a card I used quite often, but now at level 6 it became even more interesting. The additional +1 magic damage significantly increased its effectiveness in battle and made it appear even more frequently in my lineups.
Among the rare reward cards I enjoy using the most, it easily holds a spot in my top two — second only to Ixi Knife Hurler from the Life Splinter.

What fascinates me most about this card is its massive offensive potential. With 4 magic damage starting at level 6, combined with the Execute ability, it becomes extremely dangerous when finishing off weakened enemy monsters.
On top of that, Swiftness grants +1 speed to the entire team, which is especially valuable in the Death Splinter, since it usually relies on slower formations. And as if that wasn’t enough, Soul Siphon delivers one final hit against the monster that defeats it, keeping its offensive presence alive until the very end.
In today’s post I want to show this card in action after its upgrade. It’s always incredibly satisfying to see a card getting stronger and immediately notice the impact it has in ranked battles.

The following battle had all Splinters available except Fire and Dragon. The mana cap was 51, and the active rulesets were Rise of the Commons and Four’s a Crowd.
During the tactical selection screen, taking advantage of my Water Splinter archon Loving the Moo, I decided to build a composition focused on high offensive power to make the most of the extra abilities granted — especially Blast and Magic Reflect. This made my frontline extremely aggressive while also punishing incoming magic attacks.

Click Here to Watch the Full Battle!
Right from the first round it was clear that the strategy had worked perfectly. The monsters with Blast were decisive from the very first attacks, dealing heavy damage to the enemy’s main tank while spreading additional damage to adjacent units. This caused the opposing team to lose health quickly across multiple positions at once, allowing my lineup to dominate the battlefield early on. That early pressure completely shifted the battle in my favor.

In the end, my opponent simply couldn’t withstand the pressure from the area damage combined with the strength of my frontline. The offensive strategy worked exactly as planned.
It was also great to see Gravebrand Warlock proving its value during the match. At a key moment, it activated Execute and secured the elimination of an enemy monster, helping seal the victory even further.

So, continuing to evolve in Splinterlands remains essential for achieving better and better results — and that progression becomes even more rewarding when you can clearly feel the impact of your upgraded cards during battle.
Gravebrand Warlock is a great example of that. It was already a very useful card before, but reaching level 6 made it even more relevant in my lineups. The increase in magic damage greatly boosted its offensive potential and made it an even more consistent piece in my strategies.
That’s exactly what makes Splinterlands so engaging: every improvement in your collection truly makes a difference inside the arena. Every new card, every level gained, and every upgrade unlocked creates new tactical possibilities and increases the competitiveness of your account.
Continuing to strengthen reward cards is a natural path for anyone looking to grow consistently in the game — and when that progress comes with great battles and victories like this one, the journey becomes even better.
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Images: @splinterlands

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Olá, Splinter Fanáticos!
Em Splinterlands, poucas coisas são tão satisfatórias quanto ver a coleção de cartas evoluindo temporada após temporada. Cada batalha representa não apenas disputa dentro da arena, mas também progresso. Com as recompensas em SPS e Glint Tokens — proporcionais à quantidade de SPS em stake — é possível expandir a coleção através da loja do jogo, alugando cartas ou buscando novas recompensas que fortalecem ainda mais o deck.
Nos últimos meses tenho focado principalmente nas cartas raras, que continuam sendo minha prioridade número um. Depois delas, meu foco passa para as cartas épicas, principalmente através dos Rare Draws e Epic Draws, buscando sempre melhorar meu desempenho competitivo.

Nesta temporada resolvi investir um pouco mais pesado na minha estratégia. Aumentei a quantidade de cartas alugadas e meu custo diário com aluguel chegou a aproximadamente 1500 DEC por dia. O investimento valeu a pena: depois de bastante tempo consegui alcançar novamente a liga Champions III.
Subir de liga em Splinterlands sempre traz aquela expectativa pelos baús de recompensa. Dependendo da raridade, eles podem entregar cartas, poções, Merits, energia e vários outros itens importantes para o progresso dentro do jogo. Dessa vez a sorte sorriu para mim: ao abrir os baús da Champions III consegui duas cartas épicas e quatro cópias de Gravebrand Warlock, exatamente o que eu precisava para levar a carta ao nível 6.


O Gravebrand Warlock já era uma carta que eu utilizava com bastante frequência, mas agora no nível 6 ele ficou ainda mais interessante. O ganho de +1 de dano mágico elevou muito sua eficiência em batalha e fez com que ele aparecesse ainda mais nas minhas composições.
Entre as cartas raras rewards que mais gosto de utilizar, ele ocupa facilmente meu top 2 — ficando atrás apenas de Ixi Knife Hurler, do Splinter Vida.

O que mais me chama atenção nessa carta é o seu enorme potencial ofensivo. Com 4 de dano mágico a partir do nível 6, combinando com a habilidade Execute, ele se torna extremamente perigoso para finalizar monstros enfraquecidos.
Além disso, Swiftness adiciona +1 de velocidade para toda a equipe, algo que é especialmente valioso dentro do Splinter Morte, que normalmente trabalha com formações mais lentas. E como se isso já não fosse suficiente, Soul Siphon ainda garante um último golpe contra o monstro que o derrotou, mantendo sua presença ofensiva até o fim.
No post de hoje quero mostrar essa carta em ação depois dessa evolução. Sempre dá muito gosto ver uma carta ficando mais forte e perceber o impacto imediato disso dentro das batalhas ranqueadas.

A batalha a seguir contou com todos os Splinters disponíveis, exceto Fogo e Dragão. O limite foi de 51 de mana, e os rulesets ativos eram Rise of the Commons e Four’s a Crowd.
Na tela tática, aproveitando o meu archon do Splinter Água, Loving the Moo, decidi montar uma composição focada em unidades com alto poder ofensivo para aproveitar ao máximo as habilidades extras concedidas — especialmente Blast e Magic Reflect. Isso tornou minha linha de frente extremamente agressiva e ao mesmo tempo perigosa para qualquer ataque mágico recebido.

Clique Aqui para Assistir a Batalha Completa!
Logo na primeira rodada ficou claro que a estratégia havia funcionado muito bem. Os monstros com Blast foram decisivos desde os primeiros ataques, causando dano pesado no tanque principal inimigo e espalhando dano adicional para as unidades adjacentes. Isso fez com que o time adversário perdesse vida rapidamente em múltiplas posições ao mesmo tempo, abrindo espaço para que minha formação dominasse o campo logo nos primeiros turnos. Essa pressão inicial acabou desequilibrando completamente a batalha e me colocou em vantagem muito cedo.

Ao final, meu oponente não conseguiu resistir à pressão dos ataques em área combinados com a força da linha de frente. A estratégia ofensiva funcionou perfeitamente.
Além disso, foi muito legal ver o Gravebrand Warlock mostrando seu valor dentro da partida. Em um momento decisivo ele ativou Execute e garantiu a eliminação de um monstro inimigo, ajudando a consolidar ainda mais a vitória.

Portanto, continuar evoluindo no Splinterlands segue sendo essencial para alcançar resultados cada vez melhores dentro do jogo — e essa evolução fica ainda mais evidente quando conseguimos sentir o impacto direto das cartas dentro das batalhas.
O Gravebrand Warlock é um ótimo exemplo disso. Antes já era uma carta muito útil, mas ao alcançar o nível 6 se tornou ainda mais relevante nas minhas composições. O aumento no dano mágico elevou bastante seu potencial ofensivo e fez com que ele se tornasse uma peça ainda mais constante nas minhas estratégias.
É justamente isso que torna Splinterlands tão interessante: cada melhoria dentro da coleção realmente faz diferença dentro da arena. Cada nova carta, cada level conquistado e cada upgrade desbloqueado representa novas possibilidades táticas e aumenta a competitividade da conta.
Seguir fortalecendo essas cartas rewards é um caminho natural para quem quer evoluir de forma consistente dentro do jogo — e quando a recompensa vem acompanhada de boas batalhas e vitórias como essa, a jornada fica ainda melhor.
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Imagens: @splinterlands
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