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Hello, Splinter Fans!
Splinterlands is a game full of surprises, challenges, and strategies that change with every match. No battle is ever the same, as the performance of monsters and Archons can vary greatly depending on several factors, such as rulesets, the arrival of new cards, the introduction of new abilities, and even the way your opponent builds their team. This constant dynamic requires players to stay alert and think strategically in order to adapt to every situation.
However, it is not always possible to apply the strategy we would like. This happens mainly when our card collection is limited, making us more vulnerable under certain rulesets. The smaller the card pool, the harder it becomes to create strong and diverse lineups, and in some situations, players with modest collections may not even have suitable Archons available.
Even so, the game still offers alternatives in unfavorable conditions. When cards are scarce, luck can become an unexpected ally, but creativity can also help build winning strategies within those limitations. Often, overcoming challenges with limited resources makes victory even more rewarding.
There are several restrictive rulesets that reduce a player's available collection to only a handful of options. Under these circumstances, every choice becomes even more important, and the intensity of the match increases significantly. Today's battle is a perfect example of this situation. As a player with a modest collection, I know well what it is like to deal with limited options, and many times all that remains is to make the best use of the monsters and Archons currently available.
The match was played under the Wands Out ruleset, which allows only magic damage monsters to participate. This rule alone greatly limits the available choices, and when combined with a low mana cap, the challenge becomes even greater. Let's take a look at how this battle unfolded.

As I mentioned, battles with very limited options sometimes rely on luck, and that factor can become quite evident during the match. One of the newer rulesets that I find particularly interesting is Outsider, which allows players to use one card from the Wild format. This creates interesting opportunities for those who own some Wild cards. Now, there's no better way to explore these concepts and strategies than through an actual battle!

The battle took place in the Modern format and featured the following rulesets: Equalizer, Wands Out, and Outsider. In addition, all Splinters were available, and the mana cap was only 33 mana.

Due to the low mana cap, I chose to use Zeddica, a common Water/Death Splinter Archon. This gave me greater flexibility when selecting my monsters. Since my team was restricted to magic attackers, I needed monsters that could withstand magic damage, as magic attacks always hit their target. Therefore, I selected Dark Arborist as my main tank because of its Void ability, which reduces magic damage by half, along with its Magic Reflect ability.

Meanwhile, my opponent chose the Archon Lorkus, which grants +1 Magic Damage to all allied monsters. However, Lorkus comes with a high mana cost of 7 mana. As a result, my opponent was able to field fewer monsters than I did. In many battles, having more monsters on the battlefield can make a significant difference.
Click Here to Watch the Full Battle!
In the very first round, one of my opponent's monsters was defeated. In addition, some of their monsters had their damage reduced by half thanks to the Halving ability. Best of all, several of those affected monsters were among the strongest on the opposing team, and that detail may have given us a major advantage.

By the final round, only one enemy monster remained standing against the entirety of our team. The outcome was easy to predict: even with a lineup that wasn't particularly powerful, we managed to defeat Lorkus and his team.

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Images: @splinterlands

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Olá, Splinters Fanáticos!
Splinterlands é um jogo repleto de surpresas, desafios e estratégias que mudam a cada partida. Nenhuma batalha é igual à outra, pois o desempenho dos monstros e archons pode variar bastante de acordo com diversos fatores, como os rulesets, a chegada de novas cartas, a introdução de habilidades inéditas e até mesmo a forma como o adversário monta sua equipe. Essa constante dinâmica exige dos jogadores atenção redobrada, além de um bom raciocínio estratégico para se adaptar a cada situação apresentada.
No entanto, nem sempre é possível aplicar a estratégia que gostaríamos. Isso acontece principalmente quando a coleção de cartas é limitada, o que deixa o jogador mais vulnerável frente a determinadas regras. Quanto menor for a variedade de cartas, mais difícil se torna construir formações sólidas e diversificadas, e muitas vezes, em certas situações, jogadores com coleções modestas sequer terão archons disponíveis para utilizar.
Ainda assim, mesmo em condições desfavoráveis, o jogo não deixa de oferecer alternativas. Quando as cartas são poucas, a sorte pode entrar em cena como uma aliada inesperada, mas também é possível, com criatividade, montar estratégias vencedoras dentro das limitações. Muitas vezes, o desafio de jogar com recursos escassos torna a vitória ainda mais gratificante.
Existem diversos rulesets considerados restritivos, que reduzem a coleção do jogador a um número muito pequeno de opções. Nessas condições, cada escolha se torna ainda mais decisiva, e a experiência de jogo ganha outro nível de intensidade. Na batalha de hoje, apresento uma dessas situações. Sendo um jogador com uma coleção mais modesta, sei bem como é lidar com opções reduzidas, e muitas vezes o que resta é trabalhar apenas com os monstros e archons que estão disponíveis no momento.
A partida em questão foi disputada sob o ruleset Wands Out, que restringe o uso apenas a monstros de dano mágico. Essa regra, por si só, já limita bastante as escolhas possíveis, e quando somada a uma quantidade baixa de mana, torna o desafio ainda maior. É nesse cenário que vamos analisar como se desenrolou a batalha.

Como mencionei batalhas com baixas opções algumas das vezes contam com o fator sorte, que pode ficar bastante explicito na batalha. Um novo ruleset que acho bastante interessante é Outsider, que permite utilizar uma carta do modo Wild. O que deixa as coisas interessantes para aqueles que tem algumas dessas cartas. Agora nada melhor do que uma batalha para colocar em prática os conceitos e estratégias apresentados até aqui!

A batalha aconteceu no formato Moderno e contou com o seguinte Conjunto de Regras: Equalizwer, Wands Out e Outsider. Além disso, todos os Splinter estava disponível, além de contar com apenas 33 de mana disponível.

Devido a baixa quantidade de mana eu optei em utilizar um archon comum do Splinter Água/Morte, Zeddica, isso me dar mais opções para aproveitar melhor na escolhas dos monstros. Com meu time limitado a monstros de dano mágico temos que escolher monstros resistentes a mágia, pois o dano mágico sempre acerta o alvo. Dessa forma, eu escolhi Dark Arborist como meu tanque principal devido sua habilidade Void, que reduz pela metade dano mágico, além de possui a habilidade Magic Reflect.

Enquanto, meu oponente escolheu o archon Lorkus que aumenta (+1) o dano mágico de todos os seus monstros, porém tem elevado custo de mana (7). Por esse motivo, ele escalou menos monstros que eu. Em muitas batalhas quantos mais monstros em campo melhor.
Clique Aqui para Assistir a Batalha Completa!
Já na primeira rodada um monstro adversário foi derrotado, além disso alguns de seus monstros tiveram seu dano reduzido pela metade devido a habilidade Halving. E o melhor de tudo alguns desses monstros eram os mais poderosos do oponente e talvez esse detalhe nos deixou em grande vantagem.

Na última rodada, temos apenas um monstro do lado adversário contra todos os monstros de nosso time. E o resultado você já deve imaginar, mesmo com monstro não muito forte conseguimos vencer Lorkus e seu time.

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Imagens: @splinterlands

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