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A new type of economy is coming.

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wiseagent
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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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STN Digital

Considering how modern (younger) society is dealing with issues involving jobs with increasingly exhausting routines (the impact is easily seen in jobs that remain vacant because this is precisely the population that ends up refusing to be part of this bubble), it is obvious that very soon it will be necessary to “reshaped” the economy (at least within Brazilian territory... where this is an increasingly urgent reality).

Even though this is still a somewhat “distant” reality, especially because it will be necessary to make some substantial political reforms to change what is in force today, it is a fact to say that generations Z and Alpha (born respectively from 1995 and 2010) will be the leading teams, not only within this purely financial issue (which is something functional), but also within many other issues involving the evolution of society.

I decided to write this text focusing on the labor issue, because it is extremely clear how much these generations show signs of how dissatisfied they are. Even though many individuals from these generations still do not actually work, they already have a very critical point of view about the professional regime in certain types of functions. Their main idea involves two aspects: autonomy to grow and earn a decent wage. Could this be a utopia?

When it comes to Brazilian legislation, these two generations really do have the power to change everything. The big problem is how far they are willing to go to achieve this. Until this reality happens, the so-called “second category” jobs (or underemployment) end up - for the most part - being filled by a generation that is no longer as valued today. However, due to the low demand for new employees... There is no other way out.

The labor scenario that these generations Z and Alpha are about to create will be something revolutionary, but they probably have no idea about it. The power they have in their hands will redefine Brazil's economic future, and having a generation (or more than one) truly willing to pick a fight with the oppressive system, that is just a matter of when (and that is precisely where there is a conflicting situation, because these two generations need to converge and work together).


Un nuevo tipo de economia está surgiendo.

Considerando cómo la sociedad moderna (más joven) lidia con problemas que implican trabajos con rutinas cada vez más agotadoras (el impacto se aprecia fácilmente en los empleos que permanecen vacantes, ya que es precisamente esta población la que termina negándose a formar parte de esta burbuja), es obvio que muy pronto será necesario "remodelar" la economía (al menos en el territorio brasileño... donde esta es una realidad cada vez más urgente).

Si bien esta es todavía una realidad algo distante, especialmente porque será necesario implementar reformas políticas sustanciales para cambiar la situación actual, es un hecho que las generaciones Z y Alfa (nacidas respectivamente en 1995 y 2010) serán los equipos líderes, no solo en este aspecto puramente financiero (que es algo funcional), sino también en muchos otros aspectos que involucran la evolución de la sociedad.

Decidí escribir este texto centrándome en la cuestión laboral, porque es evidente la insatisfacción que estas generaciones manifiestan. Aunque muchos de ellos aún no trabajan, ya tienen una visión muy crítica del régimen profesional en ciertas funciones. Su idea principal se centra en dos aspectos: autonomía para crecer y ganar un salario digno. ¿Será esto una utopía?

En lo que respecta a la legislación brasileña, estas dos generaciones realmente tienen el poder de cambiarlo todo. El gran problema es hasta dónde están dispuestos a llegar para lograrlo. Mientras esto no suceda, los llamados empleos de "segunda categoría" (o subempleo) terminan - en su mayoría- siendo ocupados por una generación que ya no es tan valorada. Sin embargo, debido a la baja demanda de nuevos empleados... no hay otra salida.

El escenario laboral que estas generaciones Z y Alfa están a punto de crear será revolucionario, pero probablemente no lo sepan. El poder que tienen en sus manos redefinirá el futuro económico de Brasil, y tener una generación (o más de una) verdaderamente dispuesta a luchar contra el sistema opresor es sólo cuestión de tiempo (y es precisamente ahí donde hay una situación conflictiva, porque esas dos generaciones necesitan converger y trabajar juntas).


Um novo tipo de economia está chegando.

Pensando em como a sociedade moderna (mais jovem) está lidando com questões envolvendo empregos com rotinas cada vez mais desgastantes (o impacto é facilmente visto em empregos que ficam com as vagas em aberto porque essa é justamente a população que acaba recusando fazer parte dessa redoma), fica óbvio que muito em breve será preciso “remodelar” a economia (ao menos dentro do território brasileiro... onde essa é uma realidade cada vez mais urgente).

Mesmo que essa seja uma realidade ainda um tanto quanto “distante”, até porque será preciso fazer algumas reformas políticas substanciais para mudar o que está vigente nos dias atuais, é um fato dizer que as gerações Z e Alfa (nascidos respectivamente a partir de 1995 e 2010) serão os times protagonistas, não apenas dentro dessa questão puramente financeira (que é algo funcional), mas também dentro de outras tantas questões envolvendo à evolução da sociedade.

Eu decidi escreve esse texto focando na questão trabalhista, porque é extremamente visível o quanto essas gerações demonstram sinais do quão insatisfeitas elas estão. Ainda que muitos indivíduos dessas gerações ainda não trabalhem de fato, eles já têm um ponto de vista muito críticos sobre o regime profissional em determinados tipos de funções. A ideia principal deles envolve dois aspectos: autonomia para crescer e ganhar os salários dignos. Seria isso uma utopia?

Em se tratando de legislação brasileira, essas duas gerações realmente tem o poder de mudar tudo. O grande problema é até onde elas estão dispostas a ir para conseguir isso. Enquanto essa realidade não acontece, os chamados empregos de “segunda categoria” (ou subempregos) acabam - em sua maioria - sendo preenchidos por uma geração que já não é mais tão valorizada atualmente. No entanto, devido a baixa demanda de novos funcionários... Não existe outra saída.

O cenário trabalhista que essas gerações Z e Alfa estão prestes a criar será algo revolucionário, mas eles provavelmente não fazem ideia disso. O poder que eles têm nas mãos vai redefinir o futuro econômico do Brasil, e tendo uma geração (ou mais de uma) realmente disposta a comprar uma briga com o sistema opressor, isso é só uma questão de quando (e é justamente aí que há uma situação conflitante, porque essas duas gerações precisam convergir e trabalhar juntas).

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