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Every singularity strengthens a plurality.

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wiseagent
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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Contemporary Education

Talking about a person I know personally, and who I admire for still being present in my life or for already being part of it in some way, could be something very predictable. I could obviously talk about my mother, or even about another family member, a friend, a co-worker, a neighbor, a teacher, a boss, but I think generalizing this topic is more interesting because I can cover a lot more comments .

In addition to comments, obviously memories, because it is through each person I have ever met that I have shaped a little of the adult I have become. Whether they are good or bad memories, the fact is that they all have, have and will always have a direct impact on some moment in my life. As a human being who experiences constant change, it is very easy to admire people for who they are or what they represent, and with that... Learn important lessons.

Some examples: I learned to respect people and not steal from my mother's teachings, I learned to live more harmoniously in a work environment with a former boss, I learned to live with very different points of view through my friends , I learned how to seek more knowledge from college professors, I learned to avoid everything that doesn't add anything good to me from all these people in this “paradox”.

Because we are all human beings, we are equal in countless aspects, but it is our singularities that make us have other perspectives about ourselves and how this ends up feeding the plurality that is present out there. The world is gigantic, and everyone who inhabits it has their particularities, which when put on the table, help create the diversity that ends up nourishing us all. Being unique is necessary, but being plural is something more vital.

Looking at ourselves, and later at other people (their speeches and actions, more specifically), it becomes very clear how easily we can create bonds of admiration (whether for something good, or for something bad... which are totally different between themselves because they have opposite impacts on our lives, but which are “complementary”) that involve other feelings, but that is why everything that is unique only achieves more value by being plural.


Cada singularidad fortalece una pluralidad.

Hablar de una persona que conozco personalmente, y a quien admiro por seguir presente en mi vida o por ya formar parte de ella de alguna manera, puede ser algo muy predecible. Obviamente podría hablar de mi madre, o incluso de otro familiar, un amigo, un compañero de trabajo, un vecino, un profesor, un jefe, pero creo que generalizar este tema es más interesante porque puedo abarcar muchos más comentarios.

Además de los comentarios, obviamente los recuerdos, porque es a través de cada persona que he conocido que he moldeado un poco la persona adulta en la que me he convertido. Sean buenos o malos recuerdos, lo cierto es que todos tienen, tienen y tendrán un impacto directo en algún momento de mi vida. Como ser humano que experimenta cambios constantes, es muy fácil admirar a las personas por lo que son o lo que representan, y con eso… Aprender lecciones importantes.

Algunos ejemplos: aprendí a respetar a las personas y a no robar las enseñanzas de mi madre, aprendí a vivir más armoniosamente en un ambiente de trabajo con un ex jefe, aprendí a vivir con puntos de vista muy diferentes a través de mis amigos, aprendí a buscar Más conocimientos de profesores universitarios, aprendí a evitar todo lo que no me aporta nada bueno de parte de toda esta gente en esta “paradoja”.

Porque todos somos seres humanos, somos iguales en innumerables aspectos, pero son nuestras singularidades las que nos hacen tener otras perspectivas sobre nosotros mismos y cómo esto termina alimentando la pluralidad que está presente ahí fuera. El mundo es gigantesco, y cada quien lo habita tiene sus particularidades, que puestas sobre la mesa ayudan a crear la diversidad que termina nutriéndonos a todos. Ser único es necesario, pero ser plural es algo más vital.

Mirándonos a nosotros mismos, y posteriormente a las demás personas (sus discursos y acciones, más concretamente), queda muy claro con qué facilidad podemos crear vínculos de admiración (ya sea por algo bueno, o por algo malo... que son totalmente diferentes entre sí porque tienen impactos opuestos en nuestra vida, pero que son “complementarios”) que involucran otros sentimientos, pero por eso todo lo que es único sólo alcanza más valor al ser plural.


Toda singularidade fortalece uma pluralidade.

Falar sobre uma pessoa que eu conheço pessoalmente, e que eu admiro por ainda estar presente em minha vida ou por já feito parte dela de alguma forma poderia ser algo muito previsível. Eu poderia falar obviamente sobre à minha mãe, ou até sobre algum outro familiar, algum amigo, algum colega de trabalho, algum vizinho, algum professor, algum chefe, mas eu acho que generalizar este tópico é mais interessante porque eu consigo cobrir muito mais comentários.

Além de comentários, obviamente lembranças, porque é através de cada pessoa que eu já conheci que eu fui moldando um pouco do adulto que eu me tornei. Sendo lembranças boas ou ruins, o fato é que todas elas tiverem, tem e sempre terão um impacto direto sobre algum momento da minha vida. Enquanto ser humano que vive constantes mudanças, é muito fácil admirar pessoas pela o que elas são ou pelo que elas representam, e com isso... Tirar lições importantes.

Alguns exemplos: aprendi a respeitar as pessoas e a não roubar com os ensinamentos da minha mãe, aprendi a viver com mais harmonia dentro de um ambiente de trabalho com uma ex-chefe, aprendi a conviver com pontos de vistas muito diferentes através dos meus amigos, aprendi a como buscar mais conhecimentos com professores de faculdade, aprendi a evitar tudo o que não me acrescenta nada de bom vindo também de todas essas pessoas nesse “paradoxo”.

Por sermos todos seres humanos, somos iguais em inúmeros aspectos, mas são as nossas singularidades que nos fazem ter outras perspectivas sobre nós mesmos e no quanto isso acaba alimentando à pluralidade que está presente por aí. O mundo é gigantesco, e todos aqueles que o habitam tem suas particularidades, que quando são colocadas na mesa, ajudam criar a diversidade que acaba alimentando a todos nós. Ser único é necessário, mas ser plural é algo mais vital.

Olhando para nós mesmos, e posteriormente para as outras pessoas (suas falas e ações, mais especificamente falando), fica muito claro o quanto podemos facilmente criar laços de admiração (seja por algo bom, ou por algo ruim... que são totalmente diferentes entre si por terem impactos de ordem opostas em nossas vidas, mas que são “complementares”) que envolvem outros sentimentos, mas é por isso mesmo que tudo o que é único só consegue mais valor sendo plural.

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