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Go ahead, and strike a match.

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wiseagent
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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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HowStuffWorks

On yet another unexpectedly rainy night (and relatively cold, at least by the standards of the city where I live), I find myself thinking about how often we sabotage ourselves by waiting for the perfect moment for things to happen in our lives. The sooner we understand that this moment may never come, the sooner we'll realize that, many times, the very person preventing us from going further in achieving our goals is ourselves. That's pretty crazy, to say the very least in such a broader context.

It's certainly very difficult to believe that we can be the villains responsible for blocking the roads and opportunities that lead to our success. Surrounded by the fear of making mistakes and disappointing ourselves (and, at times, disappointing the people with whom we share a very close relationship), we try to act only in moments we consider "perfect"... But what if those moments never come? Considering this possibility should be an obligation, because the ends do not always justify the means.

The wait can be far too long (and it almost always is) for those who choose to act only when the circumstances are favorable to their plans. Although I understand that taking a step while knowing exactly where you're placing your foot seems like a more sensible way to avoid possible mistakes, mistakes are still not inevitable, and they remain a reality even when we act more cautiously. The choice itself does not determine whether we'll get it right, but it helps define possible new routes. Have you ever thought about this?

At certain moments, we need to act on impulse. We need to have the courage to strike the match and take the chance on a decision, letting it burn brightly enough to pull us out of our own comfort zone. This doesn't come by chance, but through the drive of the ambitions that move us in a direction we've already set in pursuit of our goals. Even if this sounds like a "bad" decision, it's exactly this kind of choice that can change us and make us think “outside the box” (which is something of essential importance).


Adelante, y enciende un fósforo.

En otra noche inesperadamente lluviosa (y relativamente fría, al menos para los estándares de la ciudad donde vivo), pienso en cómo muchas veces nos saboteamos a nosotros mismos esperando el momento perfecto para que las cosas sucedan en nuestras vidas. Cuanto antes entendamos que eso no va a pasar, antes comprenderemos que muchas veces quienes nos impiden llegar más lejos en la realización de nuestros objetivos somos nosotros mismos. Es una locura, por decir lo menos en un contexto más amplio.

Sin duda, es muy difícil creer que nosotros mismos podamos ser los villanos responsables de obstruir los caminos y las oportunidades que conducen a nuestro éxito. Rodeados por el miedo a equivocarnos y a decepcionarnos a nosotros mismos (y, en algunos momentos, también a decepcionar a las personas con las que mantenemos una convivencia muy cercana), procuramos actuar solo en los momentos que consideramos “perfectos”... Pero, ¿y si nunca llegan? Considerar esta posibilidad debería ser una obligación, porque el fin no siempre justifica los medios.

La espera puede ser demasiado larga (y casi siempre lo es) para quienes deciden actuar solo cuando el escenario es favorable a nuestros planes. Aunque entiendo que dar un paso sabiendo exactamente dónde estamos pisando parece una alternativa más sensata para evitar posibles errores, aun así los errores no se vuelven inevitables de evitar y también forman parte de la realidad cuando actuamos con mayor cautela. La elección no determina nuestro acierto, pero ayuda a definir posibles nuevas rutas. ¿Alguna vez has pensado en esto?

En ciertos momentos, necesitamos actuar por impulso. Hace falta tener el valor de encender el fósforo y jugársela para ver una decisión arder hasta el punto de sacarnos de nuestra propia zona de confort. Eso no surge por casualidad, sino por el ímpetu de las aspiraciones que nos impulsan en una dirección ya previamente establecida en la búsqueda de alcanzar nuestros objetivos. Aunque esto pueda sonar como una decisión “mala”, es precisamente ese tipo de elección el que puede transformarnos y hacernos pensar “fuera de la caja” (lo cual es de importancia esencial).


Vá em frente, e risque um fósforo.

Em mais uma noite inesperada chuvosa (e relativamente fria, ao menos para os padrões da cidade onde eu vivo), penso sobre como muitas vezes nós sabotamos a nós mesmos esperando pelo momento perfeito das coisas acontecerem em nossas vidas. Quanto mais cedo nós entendermos que isso não vai acontecer, mais cedo nós entenderemos que muitas vezes quem nos impede de chegar mais longe na realização dos nossos objetivos somos nós mesmos. Isso é bem louco, para dizer o mínimo em um contexto mais amplo.

Certamente, é muito difícil acreditar que nós mesmos podemos ser os vilões responsáveis pela obstrução das estradas, e das oportunidades que são responsáveis pelo nosso sucesso. Cercados pelo receio de errar e não decepcionar a nós mesmos (e em alguns momentos, não decepcionar também as pessoas com as quais nós matemos um convívio muito próximo), procuramos agir apenas em momentos que nós consideramos “perfeitos”... Porém, e se eles não chegarem? Considerar essa possibilidade deveria ser uma obrigação, porque nem sempre os fins justificam os meios.

A espera pode ser longa demais (e quase sempre é) para aqueles que decidem agir apenas quando o cenário é favorável aos nossos planejamentos. Embora eu entenda que dar um passo sabendo exatamente aonde nós estamos pisando se mostra como uma alternativa mais plausível para evitar possíveis erros, ainda sim, os erros não se tornam invitáveis, e também se apresentam como uma realidade quando agimos mais cautelosamente. A escolha não define nosso acerto, mas ajuda a definir as possíveis novas rotas. Você já pensou sobre isso?

Em certos momentos, nós precisamos agir pelo impulso. É preciso ter coragem de riscar o fósforo e pagar para ver uma decisão queimar a ponto de nos tirar da nossa própria zona de conforto. Isso não vem pelo acaso, mas pelo ímpeto das pretensões que nos movem em uma direção já pré-estabelecida na busca pela realização dos nossos objetivos. Apesar de isso soar como uma decisão “ruim”, é esse tipo de escolha que pode nos modificar e nos fazer pensar “fora da caixa” (que é algo de importância essencial).

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