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Reborn Babies, the reflection of a sick society.

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wiseagent
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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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SELEKTZ

The idea behind the creation of reborn babies is definitely not something new. Although the manufacturing process took a little longer to become a reality (due to technological advances), the “fever” for this toy (which can be made of silicone or vinyl) has currently become a kind of “collective outbreak” in Brazil, where a simple – and harmless – toy has been treated by many people as another small “human being” in their most diverse types of routines, which are normally part of the daily lives of babies who are actually real.

This toy is not exactly a new thing on the market. Before this “explosion” happened here, the toys were already available for sale in some stores, or in more limited ways (in this case, being ordered directly from some artisans who made them). However, what particularly scares me (as it has been scaring so many other people out there) is the fact that a simple toy has had this kind of “viral” treatment in such a short space of time, as if it were really a “virus” that is spreading from region to region.

This craze has literally been spreading in different regions of Brazil, to the point that it has managed to gain space on television news programs and flooded social networks with the most different types of approaches. The examples are as diverse as possible, from people (the vast majority being women) using these “babies” as tools to skip bank lines, or even treating them as their own children to the point of wanting to baptize them or subject them to medical consultations. Literally, it is a situation that defies psychology due to its level of surreality.

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G1 - Globo

We are not talking about toys with a paltry financial value, because these are toys with refined quality and an absurd human resemblance (which obviously increases their market value as a “special product”), and they really are expensive. Which makes me think that the “fever” must have started among those who have more money, and somehow, it gradually “contaminated” other social classes (who get them through other means, and possibly in lower quality versions, and at more affordable prices).

I am far from having psychological, psychiatric or therapeutic knowledge to speak precisely about what is currently happening in Brazil regarding this situation, but honestly, you don’t need a degree in the area to know that something very wrong is happening to these people. The level is so alarming that politicians are already organizing to create “punitive measures” for people who use or treat these toys as something beyond their own playful essence and really, this is a very sad and worrying scenario to see here.


Bebés Renacidos, el reflejo de una sociedad enferma.

La idea detrás de la creación de bebés renascidos definitivamente no es algo nuevo. Aunque su fabricación tardó un poco más en convertirse en algo real (debido a los avances tecnológicos), actualmente, la “fiebre” por este juguete (que puede ser producido con silicona o vinilo) se ha convertido en una especie de “brote colectivo” en Brasil, donde un simple - e inofensivo - juguete ha sido tratado por muchas personas como un pequeño “ser humano” más en sus más diversos tipos de rutinas, que normalmente forman parte del día a día de los bebés que en realidad son reales.

Este juguete no es exactamente nuevo en el mercado. Antes de que ocurriera esta “explosión” aquí, los juguetes ya estaban disponibles para la venta en algunas tiendas, o de forma más limitada (en este caso, encargándose directamente a algunos artesanos que los fabricaban). Sin embargo, lo que particularmente me asusta (como ha asustado a tanta otra gente) es el hecho de que un simple juguete tenga este tipo de tratamiento “viral” en tan poco tiempo, como si realmente fuera un “virus” que se está propagando de una región a otra.

Literalmente, esta fiebre se viene extendiendo por diferentes regiones de Brasil, hasta el punto de haber logrado ganar espacio en los noticieros televisivos e inundar las redes sociales con los más diferentes tipos de abordajes. Los ejemplos son de lo más variado posible, desde personas (en su gran mayoría mujeres) que utilizan a estos “bebés” como herramientas para saltarse las colas de los bancos, o incluso los tratan como a sus propios hijos hasta el punto de querer bautizarlos o someterlos a consultas médicas. Literalmente, es una situación que desafía la psicología debido a su nivel de surrealidad.

No estamos hablando aquí de un juguete con un valor económico irrisorio, pues se trata de juguetes de una calidad refinada y un parecido humano absurdo (lo que evidentemente aumenta su valor de mercado como “producto especial”), y que realmente cuestan mucho. Lo que me hace pensar que la “fiebre” debió empezar entre los que más dinero tienen, y de alguna manera, fue “contagiando” a otras clases sociales (que lo consiguieron por otras vías, y posiblemente en versiones de peor calidad, y a precios más asequibles).

Estoy lejos de tener conocimientos psicológicos, psiquiátricos o terapéuticos para hablar con precisión de lo que está sucediendo actualmente en Brasil con respecto a esta situación, pero honestamente no es necesario tener un título en el área para saber que algo muy malo está sucediendo con estas personas. El nivel es tan alarmante que los políticos ya se están organizando para crear “medidas punitivas” para las personas que usan o tratan estos juguetes como algo más allá de su propia esencia lúdica y realmente, es un escenario muy triste y preocupante de ver aquí.


Bebês Reborn, o reflexo de uma sociedade doente.

A ideia por trás da criação dos bebês reborn definitivamente não é algo novo. Embora a fabricação tenha levado um pouco mais tempo para se tornar em algo real (por uma questão de avanços tecnológicos), atualmente, a “febre” desse brinquedo (que pode ser produzido com silicone ou vinil) tem se tornado em uma espécie de “surto coletivo” no Brasil, onde um simples - e inofensivo - brinquedo vem sendo tratado por muitas pessoas como outro pequeno “ser humano” nos seus mais diversos tipos de rotinas, que normalmente fazem parte do cotidiano dos bebês que realmente são reais.

Esse brinquedo não é exatamente uma novidade no mercado. Antes de haver essa “explosão” por aqui, os brinquedos já estavam disponíveis para venda em algumas lojas, ou de maneiras mais limitadas (neste caso, sendo encomendados diretamente com alguns artesãos que os fabricavam). No entanto, o que particularmente me assusta (assim como vem assustando também tantas outras pessoas por aí) é o fato de um simples brinquedo ter esse tipo de tratamento “viral” em um curto espaço de tempo, como ele se fosse realmente um “vírus” que está se espalhando de região para região.

Literalmente, essa febre vem se espalhando em diferentes regiões do Brasil, a ponto de ter conseguido ganhar espaço em noticiários de televisão e inundado as redes sociais com os mais diferentes tipos de abordagens. Os exemplos são os mais diversos possíveis, desde pessoas (a grande maioria sendo mulheres) usando esses “bebês” como ferramentas para conseguir furar filas bancárias, ou até mesmo tratando-os como seus próprios filhos a ponto de querer batizá-los ou submetê-los a consultas médicas. Literalmente, é uma situação que desafia a psicologia pelo nível de surrealidade.

Não estamos falando aqui sobre um brinquedo de um valor financeiro pífio, até porque, são brinquedos com qualidade refinada e com uma semelhança humana absurda (o que evidentemente aumenta o seu valor de mercado enquanto “produto especial”), e que realmente custam caro. O que me faz pensar que a “febre” deve ter começando entre quem tem mais dinheiro, e de alguma maneira, foi “contaminando” as outras classes sociais (que os conseguem através de outros caminhos, e possivelmente em versões de menor qualidade, e preços mais acessíveis) de uma maneira gradual.

Eu estou bastante longe de ter conhecimentos psicológicos, psiquiátricos ou terapêuticos para falar com precisão sobre o que vem acontecendo atualmente no Brasil sobre essa situação, mas sinceramente, não é preciso ter um diploma na área para saber que algo de muito errado está acontecendo com essas pessoas. O nível está tão alarmante que políticos já estão se organizando para criar “medidas punitivas” para as pessoas que usarem ou tratarem esses brinquedos como algo além da sua própria essência lúdica e realmente, esse é um cenário muito triste e preocupante de ser visto aqui.

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