This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

Dreams, goals, desires, objectives, or aspirations… Whatever you call that thing you deeply want to become reality in your life the fact remains that our steps must be guided by a specific motivation. Fundamentally, this is because these motivations become the personal "fuel" that drives our pursuit of a better version of ourselves. We each "dig" in our own way, yet we all share that finish line as a common mark of achievement.
However, one of the pitfalls that are quite common along this entire path (and which unfortunately end up “trapping” many people) is when plans are shared too widely. Things get even worse when, specifically speaking, we share our intentions with everyone around us. If you don’t apply a “filter” regarding who deserves to know your plans, the whole situation can turn into a “headache”.
I don’t know how to put this into words; I suppose it might just be a matter of energy (so to speak—though that may not be the best description, either). Definitely, not everyone who hears about our plans is - actually - happy for us. That is a very specific perspective, and it reminds me of what needs to be done to minimize potential harm. That being the case, sometimes it is better to move in complete silence.
It isn't about being selfish; after all, I believe that true happiness should always be shared. On the other hand, before it becomes a reality, I believe we should keep the circle of new, good news limited whenever possible (even though for some people, this means grappling with potential episodes of positive anxiety… which, in this case, manifests as the urge to share), for the journey of one's dreams is unpredictable.
A veces, necesitamos movernos en silencio.
Sueños, metas, deseos, objetivos o aspiraciones... Llámalo como quieras a eso que anhelas profundamente ver hecho realidad en tu vida, lo cierto es que nuestros pasos deben estar guiados por una motivación concreta. Fundamentalmente, esto se debe a que dichas motivaciones se convierten en el “combustible” personal que impulsa nuestra búsqueda de una mejor versión de nosotros mismos. Aunque cada uno “excava” a su manera, todos compartimos esa meta final como un elemento común de logro.
Sin embargo, uno de los escollos bastante comunes a lo largo de todo este caminho (y que lamentablemente terminan “atrapando” a muchas personas) es cuando los planes se comparten de manera demasiado amplia. La situación empeora aún más cuando, hablando especificamente, compartimos nuestras intenciones con todos los que nos rodean. Si no aplicas un “filtro” sobre quién merece conocer tus planes, todo puede convertirse en un “dolor de cabeza”.
No sé cómo expresar esto con palabras; supongo que tal vez sea simplemente una cuestión de energía (por así decirlo, aunque quizá tampoco sea la mejor descripción). Definitivamente, no todo el mundo que se entera de nuestros planes se alegra - realmente - por nosotros. Es una perspectiva muy concreta, y me recuerda lo que hay que hacer para minimizar posibles daños. Siendo así, a veces es mejor avanzar en absoluto silencio.
No se trata de ser egoísta; al fin y al cabo, creo que la verdadera felicidad siempre debe compartirse. Por otro lado, considero que, antes de que se haga realidad, deberíamos mantener restringido el círculo de las buenas noticias recientes siempre que sea posible (aunque para algunas personas esto implique lidiar con posibles episodios de ansiedad positiva... que, en este caso, se manifiesta como el impulso de compartir), pues el viaje de los sueños de cada uno es impredecible.
Às vezes, nós precisamos nos mover em silêncio.
Sonhos, metas, desejos, objetivos ou aspirações... Seja lá como você chama algo que quer muito que se torne realidade na sua vida, o fato é que nossos passos precisam ser guiados por uma motivação específica. Basicamente, porque essas motivações se tornam o nosso “combustível” particular na busca por uma melhor versão de nós mesmos. Cada um de nós “cavamos” de maneiras diferentes, mas mantemos essa linha de chegada como um aspecto comum de realizações.
No entanto, uma das armadilhas que são bastante comuns ao longo de todo esse caminho (e que infelizmente acabam “prendendo” muitas pessoas) é quando os planos são demasiadamente compartilhados. Tudo fica ainda pior quando, especificamente falando, compartilhamos o que pretendemos fazer com todas as pessoas ao nosso redor. Se você não criar um “filtro” sobre quais pessoas merecem saber quais são seus planos... Tudo pode se tornar uma “dor de cabeça”.
Eu não sei como explicar isso através de palavras, acho que talvez desse ser apenas uma questão de energia (por assim dizer; embora essa também talvez não seja melhor descrição). Definitivamente, não é todo mundo que ouve sobre os nossos planos e que - de fato - está feliz por nós. Essa é uma perspectiva muito particular, e que me faz lembrar do que é preciso fazer para minimizar possíveis danos. Sendo assim, às vezes é melhor que nos movamos em completo silêncio.
Não se trata sobre ser egoísta; até mesmo porque eu acredito na ideia de que a verdadeira felicidade sempre deve ser compartilhada. Por outro lado, antes dela se tornar em realidade, eu acredito que devemos restringir o ciclo das novas boas notícias sempre que possível (ainda que para algumas pessoas, isso signifique lutar contra possíveis episódios de ansiedade positiva; que nesse caso, se traduz pela vontade de compartilhar), pois a jornadas dos sonhos é imprevisível.
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