This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

Katy Perry is far from being one of my favorite singers, but when we talk about creativity (and relevance) within the music industry, she deserves her due credit. The release of her most recent work (not yet necessarily associated with the release of any album) is proof of what she can deliver within an approach that manages to go beyond the trivial, showing the market that she still has many tricks up her sleeve.
This time, she went for a mix of pop with some strategic “touches” of rock. The goal was to return to the roots of a phase of her career that she hadn’t revisited in a long time, and the result turned out very good. ”Watch It Burn brings” up themes such as machismo, female empowerment, and liberation... But this time, she does it with a much more acidic approach, chaotically fun, and diving into a context that favors strong social critique. She knows how to do this, and get straight to the point.
In the midst of a very interesting narrative construction (which blends the music into a storyline involving a lot of visual representation, this being one of the best aspects of the music video for its high technical production value), the audience follows a kind of “healing ritual” taking place, through someone’s recognition of their own pain as a “release valve” to rediscover themselves within a new personal perspective.
In addition to Katy Perry herself (who presents a multifaceted work), Justin Tranter, Jason Gill, Eren Cannata, Daniel Crean, Amanda "Kiddo" Ibanez and Skyler Stonestreet are behind the composition ”Watch It Burn” (a slightly too large team, I would say... but one that did a good job), which was produced by Justin Tranter, Jason Gill, Eren Cannata and Dan Crean. Musically speaking, there are no revolutions, but the art of creating and delivering something above average is quite visible.
El arte de reinventarse.
Katy Perry está lejos de ser una de mis cantantes preferidas, pero cuando hablamos sobre creatividad (y relevancia) dentro de la industria de la música, es necesario darle los debidos créditos. El lanzamiento de su más reciente trabajo (aún no necesariamente asociado al lanzamiento de ningún álbum) es una prueba de lo que ella consigue entregar dentro de un enfoque que logra ir más allá de lo trivial, mostrando al mercado que todavía tiene muchas cartas bajo la manga.
Esta vez, apostó por una mezcla de pop con algunos “toques” estratégicos de rock. El objetivo fue volver a las raíces de una fase de su carrera que ya no revisitaba desde hacía tiempo, y el resultado quedó muy bien. ”Watch It Burn” saca a la luz temas como machismo, empoderamiento femenino y liberación... Pero esta vez, lo hace con un enfoque mucho más ácido, caóticamente divertido y sumergiéndose en un contexto que favorece una excelente crítica social. Ella sabe cómo hacer esto, e ir directo al grano.
En medio de una construcción narrativa muy interesante (que mezcla la música dentro de una trama que involucra mucha representación visual, siendo este uno de los mejores aspectos del videoclip por tener una producción técnica de gran potencial), el público acompaña una especie de “ritual de sanación” que ocurre a través del reconocimiento de alguien sobre sus propias heridas como una “válvula de escape” para reencontrarse dentro de una nueva perspectiva personal.
Además de la propia Katy Perry (que presenta un trabajo multifacético), Justin Tranter, Jason Gill, Eren Cannata, Daniel Crean, Amanda "Kiddo" Ibanez y Skyler Stonestreet están detrás de la composición de ”Watch It Burn” (un equipo un poco grande, diría yo... pero que hizo un buen trabajo), que fue producida por Justin Tranter, Jason Gill, Eren Cannata y Dan Crean. Musicalmente hablando, no hay revoluciones, pero el arte de crear y entregar algo por encima de la media es bastante visible.
A arte de se reinventar.
Katy Perry está longe de ser uma das minhas cantoras preferidas, mas quando falamos sobre criatividade (e relevância) dentro da indústria da música, é preciso lhe dar os devidos créditos. O lançamento do seu mais recente trabalho (ainda não obrigatoriamente associado ao lançamento de nenhum álbum) é uma prova do que ela consegue entregar dentro de uma abordagem que consegue ir além do trivial, mostrando ao mercado que ela ainda tem muitas cartas na manga.
Desta vez, ela apostou em uma mistura de pop com alguns “toques” estratégicos de rock. O objetivo foi voltar as raízes de uma fase da carreira dela que ela já não revisitava fazia tempo, e o resultado ficou muito bom. ”Watch It Burn” traz a tona temas como machismo, empoderamento feminino e libertação... Mas dessa vez, ela faz isso com uma abordagem muito mais ácida, caoticamente divertida e mergulhando dentro de um contexto que favorece uma ótima crítica social. Ela sabe como fazer isso, e ir direto ao ponto.
Em meio a uma construção narrativa muito interessante (que mistura a música dentro de uma trama envolvendo muita representação visual, sendo esse um dos melhores aspectos do vídeo musical por ter uma produção técnica de grande potencial), o público acompanha uma espécie de “ritual de cura” acontecendo, através do reconhecimento de alguém sobre suas próprias dores como uma “válvula de escape” para se reencontrar dentro de uma nova perspectiva pessoal.
Além da própria Katy Perry (que apresenta um trabalho multifacetado), Justin Tranter, Jason Gill, Eren Cannata, Daniel Crean, Amanda "Kiddo" Ibanez e Skyler Stonestreet estão por trás composição de ”Watch It Burn” (um time um pouco grande demais, eu diria... mas que fez um bom trabalho), que foi produzida por Justin Tranter, Jason Gill, Eren Cannata e Dan Crean. Musicalmente falando, não há revoluções, mas a arte de criar e entregar algo acima da média é bem visível.
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