This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

Whenever I watch a “chaotic” movie, I find myself imagining different scenarios in real life that I had never paid attention to before. This doesn’t happen often, because the movie’s screenplay needs to be truly something “out of the box” and, deliberately, go against what society’s common sense considers “normal”. The equation makes me think that, in the “beauty of chaos”, we end up finding some answers that were right in front of us.
A movie can be aesthetically jaw-dropping while also being narratively mind-blowing. The cast’s performance can be strangely flawless, as can the work done by the directors and screenwriters. Chaos can be found in the production process, in marketing campaigns, or even in secrets hidden behind the scenes... Those who follow the world of cinema more closely know just how beautiful this chaos can be.
Technically, these movies don’t need to have been made with astronomical budgets. In fact, all they need is a direct connection to the message that needs to be delivered to the person on the other side of the screen. Whenever someone recognizes themselves within the chaos being constructed through images and sounds, a “new world” opens up for countless interpretations. It’s as if our brain were being partially reconfigured.
I like to think that things work this way, and even though I have no scientific knowledge, all of this makes some sense to me because of my personal experiences with chaotic movies. Maybe you, except for those who love cinema as much as I do, won’t understand exactly what I’m writing about here... But the main idea behind this text is to be able to see the beauty in moments when everything is properly messy.
On the other hand, it’s necessary to find a “guiding thread” to channel these thoughts. The idea of using cinema as a viable option was what drove me to write this post, because the “weird” a movie is, if it tends to convey some solid or unsettling message through a bolder and more peculiar perspective, it will certainly capture my attention more easily. This is just another way of highlighting all the power of the Seventh Art beyond the screen.
La belleza del caos.
Siempre que veo alguna película “caótica”, me quedo imaginando diferentes escenarios de la vida real a los que nunca había prestado atención. Esto no sucede con frecuencia, porque es necesario que el guion de la película sea realmente algo “fuera de lo común” y, deliberadamente, vaya en contra de lo que el sentido común de la sociedad considera como “normal”. La ecuación me hace pensar que, en la “belleza del caos”, vamos encontrando algunas respuestas que estaban justo frente a nosotros.
Una película puede ser estéticamente impresionante, al mismo tiempo que también puede ser narrativamente deslumbrante. La actuación del elenco puede ser extrañamente impecable, al igual que el trabajo realizado por los directores y guionistas. El caos puede estar en el proceso de las producciones, en las campañas de marketing, o incluso en secretos escondidos entre bastidores... Quien sigue el mundo del cine más de cerca sabe lo hermoso que puede ser este caos.
Técnicamente, estas películas no necesitan haber sido realizadas con presupuestos astronómicos. En realidad, todo lo que necesitan tener es una relación directa con el mensaje que debe ser entregado a quien está al otro lado de la pantalla. Siempre que alguien se reconoce dentro del caos que se está construyendo a través de las imágenes y los sonidos, se abre un “nuevo mundo” para que haya diversas interpretaciones. Es como si nuestro cerebro estuviera siendo parcialmente reconfigurado.
Me gusta pensar que las cosas funcionan de esta manera, y aunque no tengo ningún conocimiento científico, todo esto tiene algún sentido para mí debido a mis experiencias personales con las películas caóticas. Quizás ustedes, con excepción de quienes aman el cine tanto como yo, no entiendan tan bien de qué estoy escribiendo aquí... Pero la idea principal de este texto es conseguir ver la belleza en momentos en los que todo está debidamente desordenado.
Por otro lado, es necesario encontrar un “hilo conductor” para canalizar estos pensamientos. El concepto de usar el cine como una opción viable fue lo que me impulsó a escribir este post, porque cuanto más “extraña” es una película, si tiende a transmitir algún mensaje sólido o inquietante con una perspectiva más audaz y peculiar, sin duda llamará mi atención más fácilmente. Esta es solo otra manera de evidenciar todo el poder del Séptimo Arte fuera de las pantallas.
A beleza do caos.
Sempre que eu assisto a algum filme “caótico”, eu fico imaginando diferentes cenários na vida real que eu nunca havia prestado atenção. Isso não acontece com frequência, porque é preciso que o roteiro do filme seja realmente algo “fora da caixa”, e propositalmente, vá de encontro ao que o senso comum da sociedade considera como “normal”. A equação me faz pensar que, na “beleza do caos”, nós vamos encontrando algumas respostas que estavam bem na nossa frente.
Um filme pode ser esteticamente de cair o queixo, ao mesmo em que também pode ser narrativamente embasbacante. A performance do elenco pode ser estranhamente irretocável, assim como o trabalho feito pelos diretores e roteiristas. O caos pode estar no processo das produções, nas campanhas de marketing, ou até mesmo em segredos escondidos nos bastidores... Quem acompanha o mundo do cinema mais de perto, sabe o quanto esse caos pode ser muito bonito.
Tecnicamente, esses filmes não precisam ter sido feitos com orçamentos astronômicos. Na verdade, tudo o que eles precisam ter, é uma relação direta com a mensagem que precisa ser entregue a quem está do outro lado tela. Sempre que alguém se reconhece dentro do caos que está sendo construído através das imagens e dos sons, um “novo mundo” é aberto para que haja diversas interpretações. É como se o nosso cérebro estivesse sendo parcialmente reconfigurado.
Eu gosto de pensar que as coisas funcionam dessa maneira, e ainda que eu não tenha nenhum conhecimento científico, tudo isso faz algum sentido para mim por causa das minhas experiências pessoais com os filmes caóticos. Talvez vocês, com exceção de quem gosta de cinema tanto quanto eu, não entendam tão bem sobre o que estou escrevendo aqui... Mas a ideia principal nesse texto é conseguir enxergar a beleza em momentos onde tudo está devidamente bagunçado.
Por outro lado, é preciso encontrar um “fio condutor” para canalizar esses pensamentos. O conceito de usar o cinema como uma opção viável foi o que moveu a escrever este post, porque quanto mais “estranho” um filme é, se ele tende a trazer alguma mensagem sólida ou inquietante com uma perspectiva mais ousada e peculiar, certamente chamará minha atenção mais facilmente. Esta é só uma outra maneira de evidenciar todo o poder da Sétima Arte fora das telas.
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