This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

In a world where more and more human actions (even those considered "simple", so to speak) are being "converted" into mere promotional actions (because money continues to scream in people's faces as it seems never to have before... at least not with such force), it's incredible to note the weight of small gestures that millions of people still insist on performing (without stardom) around the world. This "wave of positivity needs" to grow ever larger and more constant.
Whether it's helping homeless people, donating to shelters, rescuing animals (and promoting their chance to have a new home), donating time to do volunteer work, developing projects related to this diverse segment (without an officially imposed demand through political means)... In short, all types of help are always welcome, but when they are done with the genuine intention of purely helping, it sounds different.
This is the beauty of small gestures, the kind that wins you over without needing to be technically filmed (unless you “use” your own brain while the act is happening... because these are memories worth remembering), the kind that reminds us of the reasons why human beings can (in fact) be such incredible creatures within their own insignificance (when compared to larger contexts), the kind that makes everything more real, and surely more meaningful.
Believing in the more positive side of human beings is a certainty that should never go out of style (despite all the hardships throughout its evolution so far), and even if thinking this way is “utopian” in the minds of a group of people, letting this possibility be diluted only reinforces the need to keep this thought alive. The strength of what is good needs to prevail... And as long as there are people willing to do this, there will be resistance.
La belleza de los pequeños gestos (que a menudo pasan desapercibidos).
En un mundo donde cada vez más acciones humanas (incluso las consideradas "simples", por decirlo así) se "convierten" en meras acciones promocionales (porque el dinero sigue siendo tan omnipresente como nunca antes... al menos no con tanta fuerza), es increíble observar el valor de los pequeños gestos que millones de personas insisten en realizar (sin buscar protagonismo) en todo el mundo. Esta "ola de positividad" debe crecer cada vez más y volverse más constante.
Ya sea ayudando a personas sin hogar, donando a refugios, rescatando animales (y promoviendo su adopción), dedicando tiempo al voluntariado o desarrollando proyectos relacionados con este sector tan diverso (sin una exigencia oficial impuesta por medios políticos)... En resumen, toda ayuda es siempre bienvenida, pero cuando se realiza con la genuina intención de ayudar, el impacto es diferente.
Esta es la belleza de los pequeños gestos, de esos que te conquistan sin necesidad de ser filmados (a menos que “uses” tu propio cerebro mientras suceden... porque son recuerdos que vale la pena atesorar), de esos que nos recuerdan por qué los seres humanos pueden ser criaturas tan increíbles dentro de su propia insignificancia (en comparación con contextos más amplios), de esos que hacen que todo sea más real y significativo.
Creer en el lado positivo de los seres humanos es una certeza que nunca debería pasar de moda (a pesar de todas las dificultades que ha enfrentado a lo largo de su evolución), e incluso si pensar así es "utópico" para un grupo de personas, permitir que esta posibilidad se diluya solo refuerza la necesidad de mantener viva esta idea. La fuerza del bien debe prevalecer... Y mientras haya personas dispuestas a hacer esto, habrá resistencia.
A beleza dos pequenos gestos (que muitas vezes são invisíveis aos olhos comuns).
Em um mundo onde cada vez os mais atos de seres humanos (até mesmo aqueles atos que são considerados como mais “simples”, por assim dizer) estão sendo “convertidos” em meras ações promocionais (porque o dinheiro continua gritando na cara das pessoas como parece jamais ter gritado antes... ao menos não com tanta força), é incrível notar o peso de pequenos gestos que milhões de pessoas ainda fazem questão de protagonizar (sem estrelismo) mundo à fora. Essa "onda de positividade precisa" ser cada vez mais crescente e constante.
Seja ajudando pessoas em situação de rua, fazendo doações para abrigos, resgatando animais (e promovendo a chance deles terem um novo lar), doando tempo para fazer trabalhos voluntários, desenvolvendo projetos relacionados a esse segmento plural (sem haver uma demanda oficialmente imposta por meios políticos)... Enfim, todos e quaisquer tipos de ajudas são sempre bem-vindas, mas quando elas são feitas com a intenção real de puramente ajudar, soa diferente.
Essa é a beleza dos pequenos gestos, aquela que conquista sem precisar ser tecnicamente filmada (a não ser “usando” o próprio cérebro enquanto o ato está acontecendo... porque essas são memórias que valem à pena serem lembradas), aquela que nos lembra das razões pelas quais seres humanos podem (de fato) ser criaturas tão incríveis dentro de sua própria insignificância (quando comparados a contextos maiores), aquela que torna tudo mais real, e mais significante.
Acreditar no lado mais positivo dos seres humanos é uma certeza que nunca deveria sair de moda (apesar de todos os pesares ao longo de toda sua evolução até então), e mesmo que pensar dessa maneira seja “utópico” na mente de um grupo de pessoas, deixar essa possibilidade ser diluída só reforça ainda mais a necessidade de manter esse pensamento vivo. A força do que é bom precisa prevalecer... E enquanto houverem pessoas dispostas a fazer isso, haverá resistência.
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