This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

Among all the board games that I know (and that I have had the opportunity to play), without a doubt, by far, chess is my favorite. Even when I didn't even know how to play this game yet, I already had a certain fascination with it and its gameplay strategy. In my opinion, playing chess has never been about winning or losing, but rather about devising strategies to achieve mental evolution (even if this development is not always perceived).
Be it the design of the pieces (which is something that particularly attracts me due to the uniqueness of each one of them and how the dynamics between them all are established) or the way each one of them is moved around the two-color board (which becomes a mission full of points of starts and finishes), playing chess is something that requires a lot of concentration, and at the same time, it is something that also teaches us many things as we play more and more.

Without realizing it, our brain takes greater steps in relation to different concepts. It is not possible to mention them all, but some points such as better concentration, faster response time and good motor coordination are some of them (at least that happened to me). Obviously, all of this has been built over a long time, but it's incredible how chess managed to get me hooked in my first attempts. It was almost “instant”.
Since then, I started to become a little more interested in reading. I wanted to learn how to play chess better, develop strategies, learn about other playing methods... Anyway, one thing ended up leading to another and when I noticed, I was reading a lot more than I usually did. So, chess brought me an improvement in this sense, being almost a “side effect” with great results. I really don't know of any more amazing board game.
Other benefits of chess were the friendships I made over the years. I remember that as a teenager, I was part of a chess club (while I was at university), and to this day I still keep in touch with these people (of course with those who ended up becoming close to me to the point that we became friends), which, incidentally, had completely different behavioral characteristics, but we were all united by chess.
La “magia” del ajedrez.
De todos los juegos de mesa que conozco (y que he tenido la oportunidad de jugar), sin duda, con diferencia, el ajedrez es mi favorito. Incluso cuando ni siquiera sabía cómo jugar a este juego, ya tenía cierta fascinación con él y su estrategia de juego. En mi opinión, jugar al ajedrez nunca ha sido una cuestión de ganar o perder, sino de idear estrategias para lograr una evolución mental (aunque este desarrollo no siempre se perciba).
Ya sea el diseño de las piezas (que es algo que me atrae especialmente por la singularidad de cada una de ellas y cómo se establece la dinámica entre todas ellas) o la forma en la que se mueve cada una de ellas por el tablero bicolor ( que se convierte en una misión llena de puntos de salidas y llegadas), jugar al ajedrez es algo que requiere mucha concentración, y al mismo tiempo, es algo que también nos enseña muchas cosas a medida que jugamos más y más.
Sin darnos cuenta, nuestro cerebro da mayores pasos en relación a diferentes conceptos. No es posible mencionarlos todos, pero algunos puntos como una mejor concentración, un tiempo de respuesta más rápido y una buena coordinación motora son algunos de ellos (al menos eso me pasó a mí). Evidentemente, todo esto se ha ido construyendo a lo largo de mucho tiempo, pero es increíble cómo el ajedrez consiguió engancharme en mis primeros intentos. Fue casi "instantáneo".
Desde entonces comencé a interesarme un poco más por la lectura. Quería aprender a jugar mejor al ajedrez, desarrollar estrategias, conocer otros métodos de juego... En fin, una cosa acabó llevando a la otra y cuando me di cuenta, estaba leyendo mucho más de lo habitual. Entonces el ajedrez me trajo una mejora en este sentido, siendo casi un “efecto secundario” con grandes resultados. Realmente no conozco ningún juego de mesa más sorprendente.
Otros beneficios del ajedrez fueron las amistades que hice a lo largo de los años. Recuerdo que cuando era adolescente formé parte de un club de ajedrez (mientras estaba en la universidad), y hasta el día de hoy sigo en contacto con estas personas (por supuesto con los que terminaron siendo cercanos a mí hasta el punto de que nos hicimos amigos), que, por cierto, tenían características de comportamiento completamente diferentes, pero a todos estábamos unidos por el ajedrez.
A “mágica” do xadrez.
Dentre todos os jogos de tabuleiro que eu conheço (e que eu já tive a oportunidade de jogar), sem dúvidas, de longe, o xadrez é o meu favorito. Mesmo quando eu ainda nem sabia jogar esse jogo, eu já tinha um certo fascínio por ele e pela sua estratégia de jogabilidade. Na minha opinião, jogar xadrez nunca foi sobre ganhar ou perder, mas sim, sobre traçar estratégias para conseguir uma evolução mental (ainda que nem sempre este desenvolvimento seja percebido).
Seja pelo design das peças (que particularmente é algo que me atrai pela singularidade de cada uma delas e como a dinâmica entre todas elas é estabelecida) ou pela maneira como cada uma delas é movida pelo tabuleiro bicolor (que se torna um missão repleta de pontos de partidas e chegadas), jogar xadrez é algo que requer bastante concentração, e ao mesmo tempo, é algo que também nos ensina muitas coisas à medida em que nós vamos jogando cada vez mais.
Sem perceber, o nosso cérebro vai dando passos mais largos em relação a diversos conceitos. Não é possível mencionar todos, mas alguns pontos como uma melhor concentração, maior tempo rápido de resposta e boa coordenação motora são alguns deles (ao menos isso aconteceu comigo). Obviamente que tudo isso vai sendo construído ao longo de muito tempo, mas é incrível como o xadrez conseguiu me viciar logo nas minhas primeiras tentativas. Foi quase “instantâneo”.
Desde então, eu comecei a me interessar um pouco mais por leitura. Eu queria aprender a como jogar xadrez melhor, desenvolver estratégias, conhecer outros métodos de jogo... Enfim, uma coisa acabou puxando a outra e quando notei, eu estava lendo muito mais do que habitualmente já lia. Então, o xadrez me trouxe uma melhoria neste sentido, sendo quase um “efeito colateral” com ótimos resultados. Eu realmente desconheço qualquer jogo de tabuleiro mais incrível.
Outros benefícios do xadrez foram as amizades que eu fui fazendo ao longo dos anos. Eu lembro que na adolescência, eu fiz parte de um clube de xadrez (enquanto eu estava na universidade), e até hoje eu mantenho contato com essas pessoas (logicamente com aquelas que acabaram se tornando próximas a mim a ponto de nos tornamos amigos), que aliás, tinham suas características comportamentais completamente distintas, mas todos nós fomos unidos pelo xadrez.
Posted Using InLeo Alpha