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The wrong target.

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wiseagent
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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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The Economist

Human beings are highly social (by nature). Each of us is driven by dreams, objectives, or goals that we set so we can stay motivated to pursue and achieve them. Things do not always happen the way we want them to, and almost never exactly when we want them to. In the midst of this process of accepting a possible failure, it is normal to look for where we went wrong. However, did we actually do something wrong? I mean... In the very essence of what it means to do something wrong?

Perhaps this is a recurring thought when facing some kind of failure (especially when we are focused on carrying out certain actions), but many times it is simply a matter of setting the wrong course. The wrong target can slow us down, and often we first have to hit our head against the wall, before we get the chance to recalculate our whole route toward the direction we truly want to follow. Ironically, this is not always a purely harmful experience.

Have you ever thought about that?

In the midst of mistakes, we have the chance to learn. On the other hand, we need to pay attention to see the lessons that are right in front of us. No, most of the time they are not easy to notice. Still, they say that practice makes perfect. So it is natural that, at some point, we become able to recognize (and especially understand) certain events much more easily. Everything becomes a matter of personal perception, even though it can be helped by an outside perspective (so to speak).

The sooner we understand that making mistakes is part of the process of maturing, and that this can - in fact - be a positive thing, the more we will see wrong targets as “stepping stones” toward where we truly want to go. The mind needs to accept that it is not always the success of our actions that will move us forward. Mistakes tend to place us in moments where reflection becomes more intense, and from there, we can explore new paths.


El objetivo equivocado.

Los seres humanos son altamente sociables (por naturaleza). Cada uno de nosotros está impulsado por sueños, objetivos o metas que establecemos para mantenernos motivados a perseguir su realización. No siempre todo sucede de la manera que queremos, y casi nunca sucede cuando nosotros queremos. En medio de este proceso de aceptación ante un posible fracaso, es normal buscar dónde nos equivocamos. Sin embargo, ¿realmente hicimos algo malo? Es decir... ¿En la esencia misma de lo que significa hacer algo malo?

Tal vez ese sea un pensamiento recurrente ante algún fracaso (principalmente cuando estamos enfocados en realizar determinadas acciones), pero muchas veces solo se trata de una definición de rumbo equivocada. El objetivo equivocado puede retrasarnos, y muchas veces es necesario primero darse de bruces contra la pared para, acto seguido, tener la oportunidad de recalcular la ruta hacia toda la dirección que realmente queremos recorrer. Irónicamente, no siempre se trata de algo puramente perjudicial.

¿Alguna vez has pensado en eso?

En medio del error, tenemos la oportunidad de aprender. Por otro lado, es necesario estar atentos para ver las lecciones que están frente a nosotros. No, casi nunca es fácil darse cuenta de ello. Sin embargo, dicen que la práctica lleva a la perfección. Entonces, es natural que en algún momento logremos percibir (y sobre todo comprender) algunos acontecimientos con mucha más facilidad. Todo se convierte en una cuestión de percepción personal, aunque pueda verse enriquecida por una perspectiva más externa (por decirlo así).

Cuanto antes entendamos que equivocarse forma parte del proceso de maduración, y que eso puede ser - de hecho - algo positivo, veremos los objetivos equivocados como "trampolines" hacia el lugar al que realmente queremos llegar. La mente necesita asimilar que no siempre será el éxito de nuestras acciones lo que nos lleve hacia adelante. El error tiende a colocarnos frente a momentos en los que las reflexiones son más intensas y, a partir de ahí, podemos explorar nuevos caminos.


O alvo errado.

Seres humanos são altamente sociáveis (por natureza). Cada um de nós é movido por sonhos, objetivos, ou metas que estabelecemos para que possamos nos manter motivados a correr atrás da realização dos mesmos. Nem sempre tudo acontece da maneira que nós queremos, e quase sempre, nem sempre quando nós queremos. No meio desse processo de aceitação diante de uma possível falha, é normal procurar saber onde nós erramos. No entanto, será que de fato nós erramos? Quero dizer... Na essência do que seria fazer algo errado?

Talvez, esse seja um pensamento recorrente diante de alguma falha (principalmente quando estamos focados em fazer determinadas ações), mas muitas vezes é apenas uma definição de rota equivocada. O alvo errado pode nos atrasar, e muitas vezes é preciso primeiro bater com a cara na parede, para logo em seguida termos a chance de recalcular toda a rota na direção que nós estamos mesmo querendo percorrer. Ironicamente, nem sempre isso é um acontecimento puramente danoso.

Você já pensou sobre isso?

No meio do erro, temos a chance de aprender. Por outro lado, é preciso estar atento para ver as lições que estão diante de nós. Não, quase sempre isso não é fácil de ser notado. Por outro lado, dizem que a prática leva a perfeição. Então é natural que em algum momento nós consigamos perceber (e principalmente entender) alguns eventos com muito mais facilidade. Tudo se torna uma questão de percepção pessoal, ainda que possa ser auxiliada por uma visão mais externa (por assim dizer).

Quanto mais cedo nós entendermos que errar faz parte do processo de amadurecimento, e que isso pode ser - de fato - um ponto positivo, nós vamos encarar os alvos errados como “trampolins” para onde realmente nos queremos chegar. A mente precisa assimilar que, nem sempre é o sucesso das nossas ações que vai nos levar adiante. O erro tende a nos colocar diante de momentos onde as reflexões são mais intensas, e a partir daí, podemos explorar os novos caminhos.

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