This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

After seeing Brazil be eliminated early (once again) from this World Cup, not only are the fans (most of them, at least... disregarding Brazilians themselves who do not support their own country) saddened, but so are many merchants and business owners (whether they run large, medium-sized, or small companies). The explanation is simple: with Brazil out of the tournament, fans' interest in Brazilian products loses momentum.
Therefore, it is sad (and worrying) to realize that the entire stock of products (clothing, toys, food, and beverages... all customized or somehow more “closely” associated with this global sporting event) will lose a considerable amount of its market value. The tourism sector also suffers because fans no longer have an “excuse” to travel and stay in hotels, for example. Brazil's elimination becomes even more bitter.
The financial loss is obviously not limited to Brazil, but without a doubt, with the elimination of its main team, Brazil will need to rely on creative sales strategies to sell off its remaining inventory, and that is something that must be planned strategically by each company. Promotions, discounts, giveaways... In short, every idea becomes useful when it is carefully designed to “clear out” products whose “expiration date” has already passed.
It is nothing new to say that the Brazilian people know how to reinvent themselves like no one else, but it is painful to foresee scenarios with lower profits for people who work so hard to earn some extra income simply because there is complete dependence between the two sectors. I know this is part of capitalism, but it is still a discouraging reflection. Discouragement turns into potential financial losses, with bills still left unpaid.
¿Quién va a pagar la cuenta?
Después de ver a Brasil ser eliminado prematuramente (una vez más) en esta Copa del Mundo, no solo los aficionados (la mayoría, al menos... dejando de lado a los propios brasileños que no apoyan a su propio país) están tristes, sino también muchos comerciantes y empresarios (ya sean de empresas grandes, medianas o pequeñas). La explicación es sencilla, porque con Brasil fuera de la competencia, el interés de los aficionados por los productos brasileños pierde fuerza.
Por lo tanto, es triste (y preocupante) darse cuenta de que todo el stock de productos (ropa, juguetes, alimentos y bebidas... todos personalizados, ya sea por tener alguna conexión más “íntima” con este evento deportivo mundial) va a perder un valor de mercado considerablemente alto. El sector turístico también pierde, porque los aficionados ya no tienen una “excusa” para viajar y alojarse en hoteles (por ejemplo). La eliminación de Brasil se vuelve aún más amarga.
La pérdida financiera, obviamente, no se limita a Brasil, pero sin duda, con la eliminación de su principal selección, Brasil tendrá que apostar por estrategias creativas de venta para lograr vender todo el stock restante, y eso es algo que cada empresa debe planificar estratégicamente. Promociones, descuentos, obsequios... En fin, toda idea resulta muy útil cuando está bien pensada para la “liquidación” de los productos cuyo “plazo de vigencia” ya ha expirado.
No es ninguna novedad decir que el pueblo brasileño sabe reinventarse como ningún otro, pero es doloroso ver una proyección de escenarios con menores ganancias para las personas que se esfuerzan tanto por conseguir un ingreso extra solo porque existe una dependencia total entre ambos sectores. Lo sé, eso forma parte del capitalismo, pero aun así sigue siendo un reflejo desalentador. El desánimo se transforma en posibles pérdidas financieras, con cuentas que aún siguen pendientes.
Quem vai pagar a conta?
Depois de ver o Brasil ser precocemente eliminado (mais uma vez) nessa Copa do Mundo, não apenas os torcedores (em sua maioria, pelo menos... desconsiderando os próprios brasileiros que não torcem pelo próprio país) estão tristes, mas também muitos comerciantes e empresários (sejam eles com empresas de grandes, médios ou pequenos portes). A explicação é simples, porque com o Brasil fora de campo, o interesse de fãs sobre os produtos brasileiros perde força.
Logo, é triste (e preocupante) perceber que todo o estoque de produtos (roupas, brinquedos, alimentação e bebidas... todos personalizados, ou por terem alguma conexão mais “íntima” com esse evento esportivo mundial) vai perder um valor de mercado consideravelmente grande. O setor do turismo também perde, porque os torcedores já não têm mais uma “desculpa” para viajar e se hospedar em hotéis (por exemplo). A eliminação do Brasil se torna ainda mais amarga.
O prejuízo financeiro não fica obviamente restrito ao Brasil, mas sem dúvidas, com a eliminação do seu time principal, é o Brasil que vai precisar apostar em estratégias criativas de vendas para conseguir vender todo o estoque restante, e isso é algo que é estrategicamente por cada empresa. Promoções, descontos, brindes... Enfim, toda ideia se torna bem útil quando devidamente pensada na “evacuação” dos produtos que estão com o seu “prazo de validade” já expirado.
Não é nenhuma novidade dizer que o povo brasileiro sabe se reinventar como nenhum outro, mas é doloroso ver uma projeção de cenários com lucros menores para as pessoas que se esforçam tanto para conseguir um lucro extra apenas porque existe uma completa dependência entre os dois segmentos. Eu sei, isso faz parte do capitalismo, mas ainda sim é um reflexo desanimador. O desânimo se transforma em possíveis prejuízos financeiros, com contas ainda em aberto.
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